O avanço da inovação no Brasil raramente depende apenas de boas ideias. Entre a pesquisa, a decisão de investimento e a chegada de uma solução ao mercado, existe um fator decisivo: a capacidade de transformar estratégia em projeto financiável. É exatamente nesse ponto que os novos decretos publicados pelo governo federal ganham relevância.

Ao fortalecer a Finep e reorganizar a aplicação de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), o ambiente de fomento à inovação tende a ganhar mais escala e capacidade de execução para iniciativas de alto impacto no país.
Esse movimento não é apenas institucional. Ele tem implicações práticas para empresas que operam com pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), especialmente em setores nos quais competitividade, modernização industrial, eficiência energética, transformação digital e desenvolvimento de novos produtos dependem de capital estruturado de longo prazo. Nesse novo cenário, a diferença entre observar a oportunidade e capturá-la estará, cada vez mais, na qualidade do enquadramento técnico, econômico e regulatório dos projetos.
O que muda com os novos decretos
O Decreto nº 12.912/2026 autoriza o aumento de capital da Finep em até R$ 3,5 bilhões, ampliando sua capacidade de financiar projetos estratégicos e de longo prazo.
Já o Decreto nº 12.913/2026 permite o uso mais estruturado de recursos acumulados do FNDCT em operações reembolsáveis (crédito) voltadas à inovação, além de prever a organização de um plano anual de aplicação desses recursos.
Na prática, o governo sinaliza a intenção de aproximar ainda mais o financiamento público das prioridades nacionais, como aumento de produtividade, fortalecimento da indústria, transição energética, transformação digital e redução de desigualdades regionais. O que antes podia ser percebido como um conjunto de instrumentos dispersos passa a indicar um movimento de maior coordenação e direcionamento estratégico.
| Medida | Efeito direto | Relevância para empresas |
| Capitalização da Finep (até R$ 3,5 bilhões) | Expande a capacidade de crédito da agência | Amplia o espaço para financiamento de projetos de PD&I |
| Uso do FNDCT em crédito | Viabiliza uso de recursos acumulados em operações reembolsáveis | Pode aumentar previsibilidade e volume de funding |
| Plano anual de aplicação | Organiza a alocação dos recursos | Favorece projetos alinhados às prioridades nacionais |
Por que isso é relevante agora
O tema não se resume ao aumento potencial de recursos. O que está em curso é o fortalecimento de um ambiente em que o capital para inovação tende a se tornar mais estratégico, mais seletivo e mais conectado às agendas estruturantes do país.
Nesse contexto, iniciativas ligadas a áreas como transição energética, digitalização, inteligência artificial e fortalecimento industrial ganham maior protagonismo, em linha com diretrizes como a Nova Indústria Brasil.
Isso reforça um ponto central: em ambientes de maior mobilização de recursos, o mercado não é premiado apenas pela intenção de inovar, mas pela capacidade de demonstrar mérito tecnológico, consistência financeira, governança do investimento e potencial de impacto. Em outras palavras, o acesso ao crédito tende a favorecer organizações que conseguem estruturar projetos de forma robusta e aderente às prioridades públicas.
Onde a Macke Consultoria se conecta a esse movimento
A Macke Consultoria atua justamente na interface entre política pública e execução empresarial. A empresa é especializada em Lei do Bem e captação de recursos para projetos de PD&I, com histórico de mais de R$ 6 bilhões captados para viabilizar iniciativas de inovação e expansão.
Seu portfólio inclui serviços diretamente conectados ao novo contexto de fomento, como estruturação de planos de negócio, enquadramento em incentivos fiscais, captação de recursos e apoio técnico a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação.
Com a ampliação da capacidade de financiamento público, cresce também a importância de agentes especializados em identificar oportunidades, traduzir exigências técnicas, estruturar narrativas econômico-financeiras e sustentar a submissão de projetos com consistência. É essa mediação qualificada que tende a diferenciar uma intenção de investimento de uma operação viável.
| Movimento do mercado | Desafio empresarial | Papel da Macke Consultoria |
| Expansão do funding público | Traduzir política pública em projeto elegível | Estruturação técnica e financeira de projetos |
| Foco em agendas estratégicas | Demonstrar aderência a prioridades nacionais | Posicionamento técnico e regulatório |
| Maior competição por recursos | Apresentar robustez econômica e documental | Apoio à captação e defesa técnica |
Depoimentos que reforçam essa leitura
A visão dos sócios da Macke ajuda a traduzir por que esse novo ambiente de fomento interessa diretamente às empresas. André Maieski destaca o valor estratégico dos mecanismos públicos de financiamento:
“Os financiamentos oferecidos por essas instituições incluem baixas taxas de juros e prazos de pagamento flexíveis, que podem se estender por vários anos, dependendo da natureza e do porte do projeto. Essas condições tornam os programas de financiamento uma alternativa estratégica para empresas que desejam inovar sem comprometer sua saúde financeira.”
A fala ganha ainda mais relevância no contexto atual. Com o reforço da capacidade operacional da Finep, instrumentos de crédito à inovação tendem a se consolidar como alternativas competitivas para empresas que buscam crescimento com equilíbrio financeiro.
Já Rosana Nishi reforça a conexão da atuação da Macke com as agendas industriais e tecnológicas em destaque:
“Desenvolvemos projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) voltados para novos veículos e implementamos iniciativas estratégicas alinhadas à Nova Indústria Brasil. Foi um ano extraordinário para nós.”
Essa leitura conecta a atuação da consultoria a projetos concretos e às prioridades da política industrial brasileira, reforçando sua aderência ao novo ciclo de fomento.
O que esse novo ciclo exige das empresas
Os decretos publicados em março de 2026 fortalecem a Finep, ampliam a operacionalização dos recursos do FNDCT e reforçam o papel da ciência, tecnologia e inovação na estratégia de desenvolvimento do país.
Para o mercado, isso indica um ambiente potencialmente mais favorável a projetos bem estruturados e alinhados às prioridades nacionais. Para as empresas, o desafio deixa de ser apenas inovar — e passa a ser estruturar essa inovação de forma financiável.
Nesse contexto, a execução especializada tende a se tornar um diferencial competitivo relevante, especialmente para organizações que buscam acessar instrumentos públicos de forma estratégica.
É justamente nesse ponto que a Macke Consultoria amplia seu protagonismo: mais do que navegar o ecossistema de incentivos, a empresa atua como parceira estratégica para transformar oportunidades públicas em projetos aprováveis, financiáveis e executáveis.
Com experiência consolidada na estruturação de projetos de Lei do Bem e captação de recursos para PD&I, a a Macke se como a ponte entre intenção e execução: conectando estratégia, financiamento e resultado concreto.